“Um toque a quatro patas” – Hannelore Fuchs*

1. Porque terapia corpórea em animais?

A massagem, protótipo de terapia corporal, constitui o mais antigo e mais simples dos remédios, de vez que a estimulação corpórea é necessidade instintiva, primária a ser satisfeita quer no homem, quer nos animais sociais.

Para os mamíferos criados de acordo com as necessidades da espécie, este contato acontece de várias maneiras. Primeiro, a estimulação intra-uterina, depois do nascimento as lambidas da mãe para limpar ou ajudar a defecar, aconchegar, confortar, o contato com o corpo da mãe e dos irmãos , as brincadeiras corpóreas com a mãe e os irmãos, o “grooming”, a troca de lambidas, o deitar junto. Enfim, o corpo do outro está sempre presente e se constitui em fonte de apoio, conforto e prazer.

Isso é o natural. À medida que as tarefas impostas aos animais pelos seres humanos e a maneira de criá-los sofreram mudança radical, a convivência com outros da mesma espécie é rara.

À semelhança dos animais, nós, seres humanos, inseridos na cultura ocidental, pertencemos a uma sociedade em que há rarefação dos contatos corpóreos. Tornamo-nos socialmente intocáveis. Há preponderância de comunicação verbal e visual e uma busca frustrada de interação humana tátil, que encontra alívio no poder tocar o animal irrestritamente. O animal “empresta” o corpo para o socialmente aceito “cafuné”, aos beijos, ao estar no colo, para ser admirado ou ouvido.

Ele é em primeira linha um companheiro, uma companhia do ser humano. Criado para servir passivamente, são lhe impostas condições de convivência nem sempre ideais. Cresce o acervo de conhecimentos quanto a comportamento e consciência, sistemas corretos de manejo, métodos mais sutis de aprendizagem. Concomitantemente, cresce a demanda por um animal ideal, capaz de agüentar longas ausências do dono, acarretando confinamento, isolamento, e falta de estimulação sensorial. Há inibição de comportamentos exploratórios, diminuição de atividade física. É lhe imposto o “estar-sempre-aí”, suportar carinhos, broncas e comida monótona.

O cão é obrigado a levar uma vida centrada no ser humano, isenta de comportamentos próprios da espécie, do caçar ao roer um osso de verdade, do procriar com quem ele gostaria, ao defecar em local atraente aos olhos caninos.

Prisioneiro nas mais diversas gaiolas de ouro, compartilha as vicissitudes do cotidiano humano: poluição ambiental e sonora, ausência de contato com a natureza, perigos e violência nas ruas que lhe impõem restrição de liberdade. Não luta pela sobrevivência material , mas luta pela “posse” do ser humano. Mas isso não ocorre sem ônus. Inserido como está no campo bioenergético humano, é atingido ou, muitas vezes, atua de pára-raios durante as crises humanas. Ele é parceiro nas vivências emocionais do quotidiano e ponte para o re-ligar-se à natureza. Ele, assim como o companheiro humano, vai necessitar de recondicionamento psico-físico.

Habitualmente, a manutenção da integridade física do animal é regida pelo modelo biomédico, decorrente do paradigma cartesiano. O animal deixa de ser apreendido em sua totalidade. Há fragmentação do corpo animal, especialização e especialistas.

A aceitação de tratamentos psicoterápicos com o emprego de técnicas corpóreas tem sido lenta na medicina humana ortodoxa e na psicologia É mais lenta ainda nos redutos da medicina veterinária.

As terapias corporais fazem parte do tratamento holístico do animal, desde que seja considerado como a soma total de seus componentes físicos e psicológicos, inclusive os efeitos de estresse psicológico, nutrição, exercício e modo de vida.

O recondicionamento psico-físico do animal pode ser conseguido com a aplicação de terapias corpóreas.

O emprego de técnicas de abordagem corporal ultrapassa a comunicação verbal e permite um diálogo em que as relações entre doença, psiquismo e consciência são trabalhadas. Daí novas informações são passadas para o animal. Recupera-se a função da pele como órgão de reflexo psicossomático e exteriorizador de emoções. Há reorganização nervosa e das memórias corpóreas a nível celular. Cada célula possui sua própria inteligência, como demonstram os trabalhos do médico e fisiólogo, Sir Charles Sherrington. A célula sadia conhece sua função dentro do corpo, sabe a que parte do todo pertence.

Pelo toque e pelo movimento, novos caminhos nervosos são ativados. Acredita-se que essa ativação se transmita às células cerebrais. O microcosmos espelha o macrocosmos.

Estabelece-se um laço emocional positivo entre quem toca e quem é tocado, diferente das carícias quotidianas dadas aos animais de estimação.

À medida que aperfeiçoamos e trabalhamos com as mãos, nossas mãos “ouvem”. Entramos na seara da comunicação não verbal. O tocar ultrapassa as fronteiras impostas pela diversidade das espécies. A comunicação se faz nos dois sentidos, entre ser humano e animal e vice-versa. O animal transcende sua estrutura biológica. Deixa de ser um conjunto de órgãos e adquire valor simbólico.

2. As origens do trabalho

O que me levou a aplicar técnicas de relaxamento, de massagem e Calatonia em animais foi a convivência com o prof. Pethö Sándor, o criador do método calatônico, as aulas do Curso de Cinesiologia do Instituto Sedes Sapientiae e as vivências do curso “Identidade e Corpo” na PUC-SP.

Eu saía das aulas do Sedes Sapientiae com a minha memória corpórea e cinestésica mobilizada e submergia num mundo clínico composto mais por bichos do que por gente.

O primeiro bicho em que coloquei as mãos para conseguir um relaxamento foi uma pequena Cocker Spaniel, velha, com câncer de mama, espalhado por toda a parede abdominal. Sua dona havia perdido recentemente uma outra cadela em circunstâncias trágicas. O animal tremia, a dona falava incessantemente. Ao invés de receitar psicofármacos, pedi silêncio, fiz a dona sentar numa poltrona e iniciei um trabalho corpóreo no animal . Trabalhei o corpo da cadelinha, da cabeça à ponta da cauda, massagem das pequenas articulações das patas, relaxamento das grandes articulações , por fim Calatonia, nas patinhas posteriores. Quando olho, a dona de tensa e excitada, estava recostada dormitando, semblante tranqüilo . No dizer dela, pela primeira vez em semanas, ela foi capaz de sentir paz.

Com a bagagem teórica e prática trazida do lado humano, iniciei uma série de trabalhos sobre terapia corpórea em animais. Comecei pela Calatonia encorajada pelo prof. Sándor. Os resultados eram uniformemente bons: o animal se acalmava, acontecia aquilo que Sándor preconizava para o ser humano, uma integração psicofísica. Curiosamente, os donos presentes também se beneficiavam.

Apresentei meus primeiros pacientes e a adaptação da Calatonia ao corpo animal no 2º Encontro de Cinesiologia no Instituto Sedes Sapientiae de São Paulo.

Se de início, eu apenas usava o relaxamento para cães e gatos estressados, aos poucos fui ampliando o leque das patologias: dores reumáticas, de coluna, paralisias, parestesias, retenção de urina, traumatismos.

Cada sucesso era um incentivo para ampliar e aperfeiçoar o uso desse instrumento valioso. Comecei a desenvolver um método que integra Calatonia, várias formas de massagem e toques, segundo os ensinamentos do prof. Sándor.

Alguns itens deste trabalho, apoiado nos mesmos princípios da terapia corpórea humana, comento a seguir.

3. As técnicas

As técnicas corpóreas empregadas são adaptações pessoais das várias técnicas de massagem, Calatonia, relaxamento, toques e manobras quiropráticas que venho aprendendo, como ser humano que sou, primeiro em relação ao meu corpo. Aprendi que praticar técnicas de terapias corporais é mais uma arte do que uma ciência. Requer habilidade, criatividade, auto-conhecimento, observação e vivência prévia no que se refere ao próprio corpo humano.

Decorre disto que para aplicar técnicas de terapia corpórea em animais, como as de Calatonia, é preciso conhecer e integrar o próprio corpo antes de usá-lo como instrumento terapêutico.

É imprescindível conhecer a anatomia do animal que vai ser tratado, a locomoção, o movimento das articulações, porque o animal não se movimenta da mesma maneira como o ser humano, a começar pelo apoio quadrupedal. O cão e o gato, para dar exemplo de animais mais conhecidos andam na “ponta dos dedos”. Nós andamos sobre os calcanhares.

As escápulas do animal são localizadas lateralmente; no homem sofreram rotação posterior e se situam nas costas. Temos duas clavículas, ausentes em cães e gatos. O tórax é comprimido lateralmente, enquanto o nosso é achatado em sentido antero-posterior. Enquanto nossos glúteos são bem desenvolvidos, os cães e gatos têm a maior massa muscular nas coxas e pernas, como adaptação para saltos. A coluna vertebral e a massa muscular paralela são adaptados para facilitar a locomoção e captura de presas.

O Ambiente de Trabalho

A premissa para o meu trabalho é que o animal, dono e terapeuta estejam relaxados e em conforto. Para que isso aconteça, transformei meu consultório em um espaço reconfortante e aconchegante, de luminosidade controlada, que transmite segurança e tranqüilidade.

As tradicionais mesas de exame veterinário, frias, duras e escorregadias – não importa o material – assustam a qualquer animal. O conforto que quero dar vai derivar dos sinais que ele recebe da pele.

É difícil colocar o animal a uma altura que seja pouco cansativa para o terapeuta. Os animais maiores são colocados no chão, em cima de um colchão. Para os menores forro a mesa com espuma, mantas e toalhas… Se o animal for tratado na mesa, o dono merece uma poltrona que lhe permita sentar e ainda assim segurar o animal.

Uma das minhas primeiras preocupações é lidar com as emoções dos proprietários, de forma que estas não interfiram negativamente no trabalho. Tento excluir os efeitos adversos de tensão, de nervosismo, de descrença. Procuro diminuir a fala às vezes incessante, os afagos e cafunés inapropriados.

a) Mantenho minha atenção focalizada no meu ritmo respiratório e no do meu paciente. Qualquer mudança em profundidade ou freqüência pode indicar dor ou medo, ou relaxamento.

b) Imagino energia fluindo das minhas mãos para o meu paciente.

Apresento como ilustração uma seqüência de massagem em um animal apenas estressado.

1) Coloca-se o animal, se possível, em decúbito lateral ou ventral.

2) Exploração da coluna, começando na base do crânio, e descendo até a região lombar e sacro.

3) Massagem da cabeça, incluindo focinho, região peri-orbitária, base das orelhas.

4) Massagem das patas anteriores, não esquecendo escápulas.

5) Massagem das patas posteriores e coxas. Manipulação das pequenas articulações.

6) Relaxamento da articulação coxo-femural.

7) Massagem do tórax e abdômen.

8) Volta às patas: massagem das membranas interdigitais e massagem dos coxins plantares (Aqui se justifica o uso de creme ou óleo)


Os tipos de toques disponíveis são os seguintes

a) Calatonia

b) Toques simples

c) Toque sem toque

Descompressão fracionada

Dentre as formas básicas de massagem emprego:

a) alisamento ou afagar

b) compressão (pétrissage)

c) batidinhas (percussão ou tapôtement)

Uso manobras de manipulação passiva dos seguintes segmentos corpóreos:

a) Pescoço (vértebras cervicais)

b) cauda

c) coluna vertebral ( torácica, lombo-sacral)

d) pequenas e grandes articulações dos membros anteriores e posteriores.

Geralmente, inicio o procedimento na cabeça. Trabalho em direção crâneo-caudal, com o animal em decúbito lateral, ventral, sentado ou até em estação e na medida do possível, a favor do pêlo.

Recomendo os seguintes cuidados:

a) Começar com toques leves

b) Lembrar que muitos animais não gostam de serem tocados nas patas ou nas regiões pudendas.

c) Equilibrar as polaridades vitais do corpo.

d) Se a terapia corpórea for usada com regularidade, o animal se habitua ao efeito benéfico dos toques. A interrupção das sessões deve ser feita de maneira paulatina.


4. Efeitos da massagem

Os efeitos da massagem, no ser humano, são divididos em mecânicos e reflexos. Os efeitos mecânicos principais são:

a) Auxílio no fluxo de retorno da circulação de sangue e linfa.

b) Movimentação intramuscular e do tecido conjuntivo.

Quanto aos efeitos reflexos encontramos em Krusen, Tratado de Medicina Física e Reabilitação: “Efeitos reflexos são produzidos na pele pela estimulação dos receptores periféricos, os quais transmitem impulsos através da medula espinhal ao cérebro e produzem sensações de prazer ou relaxamento. Perifericamente, estes impulsos causam relaxamento dos músculos e dilatação ou constrição das arteríolas. A sedação é um dos efeitos fisiológicos muito importantes da massagem. Ela é obtida quando a massagem é dada de maneira monotonamente repetitiva, sem variações agudas na pressão ou alterações irritantes no método de aplicação. Estes efeitos agradáveis resultam em relaxamento do músculo, bem como em redução da tensão mental.”

Temos, pois, prazer, relaxamento, diminuição da tensão. Estes achados podem ser enriquecidos quando pensamos em terapia corpórea animal, por várias razões:

a) No consultório, diferentemente do setting humano, onde a relação é apenas terapeuta-paciente, temos uma relação triangular. O proprietário se beneficia “indiretamente” do estado de relaxação induzido no animal, podendo entrar em estado hipnóide. Restabelecem-se elementos de há muito esquecidos da relação primitiva ser humano-animal.

b) Observam-se modificações na respiração e batimentos cardíacos do animal que se tornam mais lentos. A postura muda: se está de pé no início do atendimento, o animal senta ou deita. A imobilidade “gostosa” aparece, junto com relaxamento dos membros.

Há sinais de sonolência e fechamento das pálpebras.

Modificações semelhantes observam-se no dono:

a) Ocorre o relaxamento chegando, em alguns casos, a estado hipnóide. Ouvem-se bocejos e a sonolência se instala.

b) São freqüentes os comentários sobre fatos pertinentes à sua vida emocional, psíquica famíliar, problemas de relacionamento, problemas de saúde. Muitas vezes, os comentários ilustram correlação surpreendente com a doença do animal. Exemplos : Anemia na dona e anemia no cão, coceira humana e eczema canino, dores e problemas na coluna e extremidades e cães e gatos com problemas ósseos e articulares, câncer ósseo da proprietária e osteossarcoma no cão. Um caso ilustrativo é o de Mateus, vira-lata peludo, preto e branco, com paralisia de patas posteriores, possivelmente de origem traumática. Trazido e transportado no carro do colega veterinário, este comenta enquanto observa o meu trabalho ” Você já viu tamanha coincidência? A dona do animal foi atropelada há 5 dias, não consegue guiar, e agora a mesma coisa aconteceu com o animal……..

O animal em casa, depois da sessão, dorme “como nunca dormiu antes”, apresentando claros sinais de recondicionamento psicofísico.


5. Indicações

I. Durante o ciclo evolutivo normal do indivíduo, toques e manipulação e massagem são advogados desde a gestação até a senilidade.

a) Gestação – Durante a gestação, principalmente em fêmeas primíparas com grande número de fetos e distensão acentuada da parede abdominal, o toque produz relaxamento da parede, relaxação e diminuição dos movimentos abruptos dos fetos.

b) Desenvolvimento: O filhote, desde os primeiros dias de vida se beneficia de toques e de manipulações suaves diários. Esta estimulação precoce é importante porque vai facilitar o convívio com o ser humano, a socialização primária vai diminuir a agressividade e as tentativas de dominância em relação ao ser humano.

II. Na esfera comportamental, os animais neuróticos, hipercinéticos, agressivos, ansiosos e outros são auxiliados pelo toque. Encontra-se resposta favorável quando existe um histórico de:

a) Trauma psíquico

b) Estresse

c) Problemas emocionais

d) Hiperatividade

e) Agressividade

f) Medos

g) Automutilação


III. Tanto as massagens quanto os toques são úteis em qualquer condição na qual o alívio da dor, redução do edema ou mobilização de tecidos contraídos é desejada.

Na área de afeções ósseas, musculares e articulares temos a aplicação em fraturas, luxações, lesões de articulações, entorses, contusões e lesões de tendões e nervos.


6. Contra-indicações

São poucas as contra-indicações ao emprego de técnicas de terapia corpórea. Vale destacar:

a) As infeções

b) As queimaduras

c) As tumorações

d) Os estados terminais(?)


7. Como ensinar – dificuldades e pressupostos

Os benefícios da terapia corpórea são reais para a o ser humano em sua totalidade. No Brasil, atestam isso os numerosos trabalhos publicados na última década, as aulas de terapia corpórea em faculdades de psicologia como as da PUC-SP e os cursos de especialização no Instituto Sedes Sapientiae de S. Paulo.

Por outro lado, o emprego em animais de técnicas de abordagem corporal, inclusive Calatonia, é um tópico inusitado. Poderá ser um importante instrumento para auxiliar no tratamento de doenças físicas e distúrbios psíquicos de muitos animais.

O ensino dessas técnicas requer do aprendiz como pressuposto que tenha sido introduzido ao seu uso no âmbito humano.

Porém poucos são, no universo dos médicos veterinários, os que tenham tido algum contato , a não ser como paciente, com qualquer um dos métodos mais difundidos como: reflexoterapia, do-in, shiatsu, etc.

Voltar ao uso das mãos, dos sentidos como instrumento terapêutico implica em romper com a tradição do tratamento à base de produtos farmacêuticos e com técnicas cirúrgicas cada vez mais sofisticados. Modificar a concepção de que o foco da atenção do “curador” deve ser o órgão e não o todo, requer crença em um paradigma diferente de doença e de cura, implica em deixar de lado a visão cartesiana da medicina. Implica em uma volta mais abrangente, em que até técnicas reichianas para aliviar a “couraça canina” são postas a funcionar.

Tocar é magia. É abrir canais para uma outra dimensão de nosso relacionamento com o mundo animal. As chaves são nossas mãos, as pontas dos nossos dedos, a energia que emana de um toque sem toque.

Bibliografia

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DELMANTO, S. Toques Sutis. S. Paulo, Summus Ed., 1997.

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GILBERT, S.G. Pictorial anatomy of the cat. Seattle, University of Washington Press, 1977.

GORDON, R. A Cura pelas Mãos. S. Paulo, Ed. Pensamento, 1978.

MAITLAND, G.D. Manipulação Vertebral. 5a.Ed. S. Paulo, Ed. Médica Panamericana, 1986.

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TELLINGTON-JONES, L. Der neue Weg im Umgang mit Tieren. Stuttgart, Franckh-Kosmos Verlag, 1993.

STILLERMAN, E. The encyclopedia of bodywork. New York, Facts ou File, Inc., 1996.


*Artigo publicado na Revista: “Boletim Clínico” no. 3 – PUC-SP

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